Procuração / atuação de defesa
Atuou como advogado de Vorcaro e deixou a equipe em 21/01/2026. A relação é profissional e lícita.
Atuou como advogado de Vorcaro e deixou a equipe em 21/01/2026. A relação é profissional e lícita.
Agente aposentado citado em investigação sobre possível acesso indevido a dados reservados.
Delegada citada em investigação sobre possível repasse de informações sigilosas obtidas por sistemas da PF.
Citado como integrante do núcleo de monitoramento telemático ilegal.
Citado como operador auxiliar do braço digital investigado.
Identificado na decisão como líder do núcleo hacker 'Os Meninos'.
Citado entre os alvos de prisão preventiva como operador do jogo do bicho e articulador de ações intimidatórias, segundo a PF.
A PF encontrou comprovante bancário de R$ 7 milhões em sua residência e o relaciona a ações de intimidação no Rio.
Relatório da PF o vincula a consultas em sistemas internos e registra repasse via Pix examinado como possível bônus do núcleo.
Consta entre os investigados para os quais a PF pediu prisão preventiva.
A PF afirma que pagamentos eram mascarados como prestação de serviços e que parte do fluxo passou por empresas relacionadas aos integrantes.
Segundo decisão da sexta fase, Henrique Vorcaro discutiu repasses de R$ 400 mil e R$ 800 mil com Marilson para manutenção da estrutura investigada.
Morreu em hospital de Belo Horizonte em 06/03/2026 após tentativa de suicídio na prisão.
A PF e decisões judiciais o relacionam ao grupo 'A Turma' e a ações de intimidação; a família contestou publicamente o acesso às provas.
Foi alvo de busca junto com outros gestores do Rioprevidência na investigação sobre aplicações ligadas ao Master.
Documentos de investimento tornados públicos em reportagens situam as primeiras compras de letras financeiras sob sua gestão.
Foi alvo de busca na operação que apurou aplicações do Rioprevidência relacionadas ao Master.
A própria Amprev o identifica como diretor-presidente em reunião com o Master em julho de 2025.
Foi um dos alvos da operação que investiga a decisão de aplicar R$ 400 milhões da Amprev no Master.
Em julho de 2025, a Amprev realizou reunião extraordinária com representantes do Master para tratar dos investimentos.
A PF cumpriu quatro mandados para investigar aplicação de R$ 400 milhões da previdência do Amapá no Banco Master.
José Eugênio aparece publicamente como administrador da Maridt e como signatário de esclarecimentos sobre as alienações da participação no Tayayá.
O relatório OSINT recebido e outras fontes públicas não apresentam um valor uniforme para a operação de 2021. O Master Graph mantém o valor como divergente até acesso ao instrumento integral.
A família Toffoli confirma que a Maridt é empresa familiar, que Dias Toffoli é sócio sem gestão e que houve venda ao Fundo Arleen em 27/09/2021; sustenta regularidade fiscal e preço de mercado.
Gilmar Mendes anulou quebra de sigilo do Fundo Arleen aprovada por CPI, com fundamento processual sobre a forma de motivação da diligência.
O Arleen comprou participação da Maridt no Tayayá em setembro de 2021. O valor divulgado diverge entre fontes públicas, por isso não foi consolidado em um único número.
Comprovantes mostram repasses internacionais associados às tratativas do projeto; a aplicação final integral dos recursos permanece uma lacuna.
Diálogos e áudios divulgados registram negociação de financiamento do projeto com Vorcaro.
Registros citados pela reportagem apontam Altieris Santana em empresa relacionada à estrutura do Havengate.
Documentos citados pela reportagem apontam Paulo Calixto em estrutura ligada ao Havengate e seu escritório como agente legal.
Recebeu ao menos US$ 10,6 milhões em transferências mapeadas no contexto das tratativas de Dark Horse, segundo documentação examinada por reportagem.
Registros estaduais e societários citados pela reportagem identificam o fundo e empresas relacionadas.
Reportagens posteriores mapearam repasses adicionais ao Havengate no contexto das tratativas de Dark Horse.
Comprovante analisado pelo Intercept mostra transferência de US$ 2 milhões em 14/02/2025 da Entre para o Havengate. O Grupo Entre nega vínculo societário, de controle ou governança com Vorcaro.
A Cartos afirma que não originou, estruturou ou cedeu créditos falsos ligados ao Master e que investigação interna não identificou operação irregular.
Vorcaro descreveu a ligação de Henrique Peretto com a Cartos e a criação da Tirreno; investigadores registraram divergências sobre a origem dos créditos.
O BRB informou que operações intermediadas pela Tirreno foram celebradas por correspondentes bancários da Cartos e apresentou acordo operacional Cartos–Tirreno de 03/01/2025.
Relatórios e cobertura da operação descrevem um braço digital ligado a invasões, derrubada de perfis e ações contra críticos; conteúdo integral não é público.
A sexta fase detalha judicialmente a hipótese de funcionamento do núcleo.
A PF descreve grupo e comunicações associados a monitoramento, intimidação e obtenção de dados. Nem todo o conteúdo bruto foi tornado público.
Mandado de busca formaliza sua entrada no núcleo de influência/contrainformação.
A fase apura campanhas digitais e intimidação; o STF autorizou busca e apreensão contra o publicitário.
Reportagem relacionou carona em aeronave de empresa que teve Vorcaro entre os sócios. Gilmar disse desconhecer a relação empresarial.
Fontes públicas confirmam que Toffoli é sócio da Maridt sem exercer gestão e que a empresa vendeu cotas ao Arleen em 2021. O ministro nega relação com Vorcaro/Zettel e afirma regularidade das operações.
Sua conexão no grafo é processual: foi relator em etapa anterior e se afastou do caso. Não é classificado aqui como membro do núcleo financeiro.
Documento relacionado a empreendimento imobiliário foi encontrado com Vorcaro e levou o nome do parlamentar ao inquérito. Bacelar diz que o negócio não avançou.
Empresa ligada a Wajngarten aparece entre recebedores por serviços profissionais; ele sustenta atuação legítima.
Empresa ligada a Perillo aparece entre prestadores declarados em documentação fiscal examinada.
Empresa ligada a ACM Neto aparece em documentos de consultoria/pagamentos. Ele afirma regularidade dos contratos.
Escritórios ligados a Rueda aparecem em documentos de pagamentos e prestação de serviços.
Documentos registram pagamentos ao escritório familiar por consultoria jurídica. Isso, isoladamente, não indica crime.
Pagamentos a escritório ligado a Temer aparecem em documentos analisados pela imprensa. A versão é de serviços jurídicos legítimos.
Pagamentos por consultoria econômica aparecem em documentos públicos/requisitados. Meirelles afirma não ter participado da operação interna do banco.
A investigação examina relações financeiras e empresariais associadas ao eixo; detalhes devem ser lidos junto às versões de defesa.
A nona fase autorizada pelo STF formaliza a linha investigativa que alcançou o senador. Ele nega irregularidades.
Operação de pelo menos R$ 22 milhões para empresa da cunhada foi documentada em registros do crédito. Motta afirma não ter associação financeira direta com o Master.
Mensagens encontradas no celular de Vorcaro indicam pedido de liberação de empréstimo para empresa de sua cunhada, segundo a PF.
É o personagem central do projeto Dark Horse, cujo financiamento foi discutido por Flávio Bolsonaro com Vorcaro. Isso não o liga automaticamente às fraudes bancárias.
Ligação indireta por doações eleitorais de Fabiano Zettel em 2022, conforme registros públicos reportados.
Documentos publicados registram transferências ao Havengate no contexto das tratativas de Dark Horse. O uso final integral dos recursos permanece sob apuração.
O senador confirmou encontro e disse que a relação se restringia à captação para o projeto.
Áudio divulgado registra Flávio Bolsonaro tratando com Vorcaro de captação/financiamento para o projeto audiovisual Dark Horse.
Participação no encontro institucional com Vorcaro no Planalto é o vínculo público conhecido.
Participação no encontro institucional com Vorcaro no Planalto é o vínculo público conhecido.
Mensagens do banqueiro posteriormente recuperadas mencionam e avaliam o encontro.
Encontro no Palácio do Planalto em dezembro de 2024 é o vínculo direto. A reunião, isoladamente, não configura irregularidade.
Foi apontado como intermediador da reunião de Vorcaro com Lula.
Documentos enviados a instâncias de investigação registram pagamentos por consultoria ao ex-ministro.
A PGR formalmente questionou a validade jurídica do relatório que contém essas referências.
Relatório da PF descreve contatos por intermédio de Ciro Soares e referências de Vorcaro a Gonet. A PGR pediu nulidade do relatório.
Material de Ciro Soares reportado pela imprensa menciona articulações e encontro com Mendonça; o ministro contesta interpretações de benefício.
O próprio ministro confirmou ter recebido Vorcaro em março de 2025 para ouvir argumentos sobre precatórios.
Mensagens e fotografia com André Mendonça e Paulo Gonet aparecem no material divulgado; Soares invoca sigilo profissional e contesta interpretações.
Áudios enviados por Ciro Soares a Vorcaro são citados em reportagens sobre encontros e articulações com autoridades.
Metadados de versões contratuais foram analisados pela PF; a PGR contesta a validade processual da apuração.
Mensagens e registros reportados descrevem pagamentos ao escritório. O escritório sustenta a legitimidade da prestação de serviços.
Contrato entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes é o vínculo direto.
O relatório relaciona mensagens, agendas e deslocamentos para reconstruir encontros. Não há condenação e a legalidade da apuração está em disputa.
Relatório examina versões e metadados de contratos ligados ao escritório de Viviane Barci. A PGR contesta a validade processual do relatório.
A PF recuperou do aparelho de Vorcaro dezenas de mensagens enviadas em formato de print/visualização única. Respostas atribuídas ao ministro não foram recuperadas diretamente de seu aparelho.
Conversas também o vinculam à indicação do escritório Barci de Moraes e à discussão de pagamentos; Faria afirma que apenas indicou o escritório.
Mensagens recuperadas do celular de Vorcaro mostram compartilhamento de telefone, marcação de encontros e intermediação com Alexandre de Moraes.
Medidas autorizadas pelo STF formalizam o vínculo investigativo.
A quinta fase examinou supostas vantagens e atuação política relacionadas a interesses de Vorcaro. Ciro Nogueira nega irregularidades.
Prestou esclarecimentos públicos sobre a atuação do Banco Central no caso.
Veto à aquisição pelo BRB, supervisão e liquidação do Master ligam Galípolo institucionalmente ao caso — não como acusado.
A conexão é registrada no inquérito sobre possível comprometimento da fiscalização.
Relatórios da PF examinam supostos benefícios financeiros relacionados ao grupo; os envolvidos negam corrupção.
A PF analisa pagamentos descritos como serviços e possíveis empresas intermediárias. A defesa nega corrupção.
Mensagens entre Vorcaro e Fabiano Zettel são citadas pela PF ao descrever cobrança e pagamentos atribuídos a Belline.
O vínculo financeiro subjacente são os aportes do fundo previdenciário em ativos ligados ao Master.
A investigação apura eventual atuação política na viabilização de aplicações do Rioprevidência.
Foi alvo de diligências ligadas às aplicações do fundo.
Decisões de investimento do Rioprevidência em ativos ligados ao Master conectam o ex-presidente ao caso.
PF cumpriu mandados contra gestores para apurar operações que expuseram o patrimônio previdenciário a risco elevado.
A oitava fase formalizou a investigação sobre as aplicações.
Carteiras de investimentos e aplicações bilionárias em ativos relacionados ao Master são a base do vínculo.
Reportagens mencionam viagens internacionais conjuntas entre integrantes desse núcleo; isso é contexto, não prova de irregularidade.
Ligação de segundo grau por participação na Oncoclínicas e nas operações de investimento descritas nas fontes.
Aportes por fundos Tessália e Quíron e subsequentes aplicações em CDBs do Master são o vínculo financeiro público.
Diligências autorizadas pelo STF formalizam sua entrada no grafo investigativo.
Relações com fundos, empresas e estruturas ligadas ao ecossistema Master são examinadas pela PF.
Segundo fontes citadas pela CNN, Mansur entregou documentos e indicou potenciais caminhos de ativos. O conteúdo integral não está público.
A PGR assinou em 02/09/2026 o primeiro acordo de colaboração do caso Master; depende de homologação do STF.
Fundos e veículos administrados/geridos funcionam como pontos de conexão com ativos e investidores.
Registros de fundos, avaliações, documentação e operações de mercado integram o grupo de trabalho Master–Reag da CVM.
Foi ouvido no eixo BRB–Master.
Documentos usados para justificar transferências e operações do BRB são o vínculo principal descrito nas fontes.
Prestou depoimento no inquérito das carteiras.
Operações BRB–Master e registros da diretoria financeira vinculam seu nome ao eixo investigado.
Foi ouvido e posteriormente teve prisão preventiva decretada.
Atos, contratos e operações produzidos durante sua presidência integram o inquérito.
Transferências e contabilização de ativos são objeto central da apuração.
Documentação de aquisição/cessão de carteiras conecta diretamente BRB e Master.
Foi incluído nas oitivas ligadas à operação de crédito.
Propriedade formal da Tirreno é o vínculo documental principal.
Incluído entre os investigados ouvidos no eixo das carteiras.
Ligação formal à Tirreno e aos instrumentos de crédito examinados pela PF.
Contratos e documentação das carteiras de crédito constituem a ligação central Tirreno–Master–BRB.
Prisão preventiva decretada no curso da investigação.
A investigação atribui ao advogado papel na estruturação jurídica de operações sob suspeita.
Também aparece em documentos e instrumentos do eixo Master–Tirreno.
Mensagens recuperadas do aparelho de Vorcaro incluem diálogo com Ângelo sobre pagamentos ao escritório Barci de Moraes.
Executivo incluído nas diligências e oitivas do inquérito.
A conexão decorre de documentos e assinaturas no eixo Master–Tirreno.
Figura entre executivos chamados a prestar depoimento no inquérito.
Assinaturas e instrumentos relacionados às carteiras e ao eixo Tirreno são analisados pela investigação.
Vínculo executivo e societário com o banco consta de registros corporativos e do material investigativo.
Foi ouvido no inquérito sobre operações do Master.
Decisão da sexta fase reproduz conversas atribuídas a Henrique discutindo repasses de R$ 400 mil e R$ 800 mil e cobrando atuação do grupo.
A fase examina comunicações e ações atribuídas ao núcleo de proteção; detalhes integrais não são todos públicos.
Prisão e medidas da sexta fase em investigação sobre ameaça, destruição de provas e interferência.
Mandados e cautelares da quinta fase formalizam sua conexão investigativa.
Operações e pagamentos atribuídos a Felipe foram analisados na fase que alcançou Ciro Nogueira.
O Fundo Arleen, ligado a Zettel em fontes públicas, comprou participação da Maridt no Tayayá em 2021. O valor divulgado diverge entre fontes.
A investigação atribui a Zettel atuação em pagamentos/operações financeiras analisadas nas fases da Compliance Zero.
Mensagens entre Vorcaro e Zettel foram citadas pela PF no eixo que apura pagamentos e contatos com servidor do Banco Central.
Carteiras, contratos, pagamentos e registros contábeis são a base de diferentes eixos da investigação.
Ato de liquidação extrajudicial e documentação regulatória do conglomerado.
Mandados, prisões, buscas e relatórios das fases da Operação Compliance Zero.
Contratos, versões de arquivos e metadados encontrados/analisados no inquérito, incluindo documentos ligados ao escritório Barci de Moraes.
Mensagens e capturas de tela de visualização única recuperadas de aparelhos apreendidos pela PF; parte do material registra contatos com autoridades e intermediários.