@mastergraph-import
Investigação criada · 03/09/2026, 09:57:57CASE #001 Banco Master criado no Master Graph multi-case.
CASE #001 do Master Graph. Rede pública auditável construída a partir de fontes, evidências, claims e relações revisáveis.
Atuou como advogado de Vorcaro e deixou a equipe em 21/01/2026. A relação é profissional e lícita.
Agente aposentado citado em investigação sobre possível acesso indevido a dados reservados.
Delegada citada em investigação sobre possível repasse de informações sigilosas obtidas por sistemas da PF.
Citado como integrante do núcleo de monitoramento telemático ilegal.
Citado como operador auxiliar do braço digital investigado.
Identificado na decisão como líder do núcleo hacker 'Os Meninos'.
Citado entre os alvos de prisão preventiva como operador do jogo do bicho e articulador de ações intimidatórias, segundo a PF.
A PF encontrou comprovante bancário de R$ 7 milhões em sua residência e o relaciona a ações de intimidação no Rio.
Relatório da PF o vincula a consultas em sistemas internos e registra repasse via Pix examinado como possível bônus do núcleo.
Consta entre os investigados para os quais a PF pediu prisão preventiva.
A PF afirma que pagamentos eram mascarados como prestação de serviços e que parte do fluxo passou por empresas relacionadas aos integrantes.
Segundo decisão da sexta fase, Henrique Vorcaro discutiu repasses de R$ 400 mil e R$ 800 mil com Marilson para manutenção da estrutura investigada.
Morreu em hospital de Belo Horizonte em 06/03/2026 após tentativa de suicídio na prisão.
A PF e decisões judiciais o relacionam ao grupo 'A Turma' e a ações de intimidação; a família contestou publicamente o acesso às provas.
Foi alvo de busca junto com outros gestores do Rioprevidência na investigação sobre aplicações ligadas ao Master.
Documentos de investimento tornados públicos em reportagens situam as primeiras compras de letras financeiras sob sua gestão.
Foi alvo de busca na operação que apurou aplicações do Rioprevidência relacionadas ao Master.
A própria Amprev o identifica como diretor-presidente em reunião com o Master em julho de 2025.
Foi um dos alvos da operação que investiga a decisão de aplicar R$ 400 milhões da Amprev no Master.
Em julho de 2025, a Amprev realizou reunião extraordinária com representantes do Master para tratar dos investimentos.
A PF cumpriu quatro mandados para investigar aplicação de R$ 400 milhões da previdência do Amapá no Banco Master.
José Eugênio aparece publicamente como administrador da Maridt e como signatário de esclarecimentos sobre as alienações da participação no Tayayá.
O relatório OSINT recebido e outras fontes públicas não apresentam um valor uniforme para a operação de 2021. O Master Graph mantém o valor como divergente até acesso ao instrumento integral.
A família Toffoli confirma que a Maridt é empresa familiar, que Dias Toffoli é sócio sem gestão e que houve venda ao Fundo Arleen em 27/09/2021; sustenta regularidade fiscal e preço de mercado.
Gilmar Mendes anulou quebra de sigilo do Fundo Arleen aprovada por CPI, com fundamento processual sobre a forma de motivação da diligência.
O Arleen comprou participação da Maridt no Tayayá em setembro de 2021. O valor divulgado diverge entre fontes públicas, por isso não foi consolidado em um único número.
Comprovantes mostram repasses internacionais associados às tratativas do projeto; a aplicação final integral dos recursos permanece uma lacuna.
Diálogos e áudios divulgados registram negociação de financiamento do projeto com Vorcaro.
Registros citados pela reportagem apontam Altieris Santana em empresa relacionada à estrutura do Havengate.
Documentos citados pela reportagem apontam Paulo Calixto em estrutura ligada ao Havengate e seu escritório como agente legal.
Recebeu ao menos US$ 10,6 milhões em transferências mapeadas no contexto das tratativas de Dark Horse, segundo documentação examinada por reportagem.
Registros estaduais e societários citados pela reportagem identificam o fundo e empresas relacionadas.
Reportagens posteriores mapearam repasses adicionais ao Havengate no contexto das tratativas de Dark Horse.
Comprovante analisado pelo Intercept mostra transferência de US$ 2 milhões em 14/02/2025 da Entre para o Havengate. O Grupo Entre nega vínculo societário, de controle ou governança com Vorcaro.
A Cartos afirma que não originou, estruturou ou cedeu créditos falsos ligados ao Master e que investigação interna não identificou operação irregular.
Vorcaro descreveu a ligação de Henrique Peretto com a Cartos e a criação da Tirreno; investigadores registraram divergências sobre a origem dos créditos.
O BRB informou que operações intermediadas pela Tirreno foram celebradas por correspondentes bancários da Cartos e apresentou acordo operacional Cartos–Tirreno de 03/01/2025.
Relatórios e cobertura da operação descrevem um braço digital ligado a invasões, derrubada de perfis e ações contra críticos; conteúdo integral não é público.
A sexta fase detalha judicialmente a hipótese de funcionamento do núcleo.
A PF descreve grupo e comunicações associados a monitoramento, intimidação e obtenção de dados. Nem todo o conteúdo bruto foi tornado público.
Mandado de busca formaliza sua entrada no núcleo de influência/contrainformação.
A fase apura campanhas digitais e intimidação; o STF autorizou busca e apreensão contra o publicitário.
Reportagem relacionou carona em aeronave de empresa que teve Vorcaro entre os sócios. Gilmar disse desconhecer a relação empresarial.
Fontes públicas confirmam que Toffoli é sócio da Maridt sem exercer gestão e que a empresa vendeu cotas ao Arleen em 2021. O ministro nega relação com Vorcaro/Zettel e afirma regularidade das operações.
Sua conexão no grafo é processual: foi relator em etapa anterior e se afastou do caso. Não é classificado aqui como membro do núcleo financeiro.
Documento relacionado a empreendimento imobiliário foi encontrado com Vorcaro e levou o nome do parlamentar ao inquérito. Bacelar diz que o negócio não avançou.
Empresa ligada a Wajngarten aparece entre recebedores por serviços profissionais; ele sustenta atuação legítima.
Empresa ligada a Perillo aparece entre prestadores declarados em documentação fiscal examinada.
Empresa ligada a ACM Neto aparece em documentos de consultoria/pagamentos. Ele afirma regularidade dos contratos.
Escritórios ligados a Rueda aparecem em documentos de pagamentos e prestação de serviços.
Documentos registram pagamentos ao escritório familiar por consultoria jurídica. Isso, isoladamente, não indica crime.
Pagamentos a escritório ligado a Temer aparecem em documentos analisados pela imprensa. A versão é de serviços jurídicos legítimos.
Pagamentos por consultoria econômica aparecem em documentos públicos/requisitados. Meirelles afirma não ter participado da operação interna do banco.
A investigação examina relações financeiras e empresariais associadas ao eixo; detalhes devem ser lidos junto às versões de defesa.
A nona fase autorizada pelo STF formaliza a linha investigativa que alcançou o senador. Ele nega irregularidades.
Operação de pelo menos R$ 22 milhões para empresa da cunhada foi documentada em registros do crédito. Motta afirma não ter associação financeira direta com o Master.
Mensagens encontradas no celular de Vorcaro indicam pedido de liberação de empréstimo para empresa de sua cunhada, segundo a PF.
É o personagem central do projeto Dark Horse, cujo financiamento foi discutido por Flávio Bolsonaro com Vorcaro. Isso não o liga automaticamente às fraudes bancárias.
Ligação indireta por doações eleitorais de Fabiano Zettel em 2022, conforme registros públicos reportados.
Documentos publicados registram transferências ao Havengate no contexto das tratativas de Dark Horse. O uso final integral dos recursos permanece sob apuração.
O senador confirmou encontro e disse que a relação se restringia à captação para o projeto.
Áudio divulgado registra Flávio Bolsonaro tratando com Vorcaro de captação/financiamento para o projeto audiovisual Dark Horse.
Participação no encontro institucional com Vorcaro no Planalto é o vínculo público conhecido.
Participação no encontro institucional com Vorcaro no Planalto é o vínculo público conhecido.
Mensagens do banqueiro posteriormente recuperadas mencionam e avaliam o encontro.
Encontro no Palácio do Planalto em dezembro de 2024 é o vínculo direto. A reunião, isoladamente, não configura irregularidade.
Foi apontado como intermediador da reunião de Vorcaro com Lula.
Documentos enviados a instâncias de investigação registram pagamentos por consultoria ao ex-ministro.
A PGR formalmente questionou a validade jurídica do relatório que contém essas referências.
Relatório da PF descreve contatos por intermédio de Ciro Soares e referências de Vorcaro a Gonet. A PGR pediu nulidade do relatório.
Material de Ciro Soares reportado pela imprensa menciona articulações e encontro com Mendonça; o ministro contesta interpretações de benefício.
O próprio ministro confirmou ter recebido Vorcaro em março de 2025 para ouvir argumentos sobre precatórios.
Mensagens e fotografia com André Mendonça e Paulo Gonet aparecem no material divulgado; Soares invoca sigilo profissional e contesta interpretações.
Áudios enviados por Ciro Soares a Vorcaro são citados em reportagens sobre encontros e articulações com autoridades.
Metadados de versões contratuais foram analisados pela PF; a PGR contesta a validade processual da apuração.
Mensagens e registros reportados descrevem pagamentos ao escritório. O escritório sustenta a legitimidade da prestação de serviços.
Contrato entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes é o vínculo direto.
O relatório relaciona mensagens, agendas e deslocamentos para reconstruir encontros. Não há condenação e a legalidade da apuração está em disputa.
Relatório examina versões e metadados de contratos ligados ao escritório de Viviane Barci. A PGR contesta a validade processual do relatório.
A PF recuperou do aparelho de Vorcaro dezenas de mensagens enviadas em formato de print/visualização única. Respostas atribuídas ao ministro não foram recuperadas diretamente de seu aparelho.
Conversas também o vinculam à indicação do escritório Barci de Moraes e à discussão de pagamentos; Faria afirma que apenas indicou o escritório.
Mensagens recuperadas do celular de Vorcaro mostram compartilhamento de telefone, marcação de encontros e intermediação com Alexandre de Moraes.
Medidas autorizadas pelo STF formalizam o vínculo investigativo.
A quinta fase examinou supostas vantagens e atuação política relacionadas a interesses de Vorcaro. Ciro Nogueira nega irregularidades.
Prestou esclarecimentos públicos sobre a atuação do Banco Central no caso.
Veto à aquisição pelo BRB, supervisão e liquidação do Master ligam Galípolo institucionalmente ao caso — não como acusado.
A conexão é registrada no inquérito sobre possível comprometimento da fiscalização.
Relatórios da PF examinam supostos benefícios financeiros relacionados ao grupo; os envolvidos negam corrupção.
A PF analisa pagamentos descritos como serviços e possíveis empresas intermediárias. A defesa nega corrupção.
Mensagens entre Vorcaro e Fabiano Zettel são citadas pela PF ao descrever cobrança e pagamentos atribuídos a Belline.
O vínculo financeiro subjacente são os aportes do fundo previdenciário em ativos ligados ao Master.
A investigação apura eventual atuação política na viabilização de aplicações do Rioprevidência.
Foi alvo de diligências ligadas às aplicações do fundo.
Decisões de investimento do Rioprevidência em ativos ligados ao Master conectam o ex-presidente ao caso.
PF cumpriu mandados contra gestores para apurar operações que expuseram o patrimônio previdenciário a risco elevado.
A oitava fase formalizou a investigação sobre as aplicações.
Carteiras de investimentos e aplicações bilionárias em ativos relacionados ao Master são a base do vínculo.
Reportagens mencionam viagens internacionais conjuntas entre integrantes desse núcleo; isso é contexto, não prova de irregularidade.
Ligação de segundo grau por participação na Oncoclínicas e nas operações de investimento descritas nas fontes.
Aportes por fundos Tessália e Quíron e subsequentes aplicações em CDBs do Master são o vínculo financeiro público.
Existem contratos e pagamentos reportados, mas a correspondência completa entre escopo, entregas, processos e pagamentos precisa de documentação integral.
Há mensagens sobre valores e pagamentos por empresas, mas a cadeia completa de origem, intermediários e beneficiários ainda não está pública.
O acordo foi assinado, mas depende de homologação e os anexos/provas não estão disponíveis publicamente.
O relatório OSINT recebido e fontes públicas não apresentam valor uniforme para a operação de 2021.
Há acordo operacional e versões conflitantes sobre quem originou ou cedeu os créditos. A Cartos nega ter originado/cedido créditos falsos.
Os repasses Entre → Havengate são documentados, mas o destino econômico final de todos os valores e a parcela efetivamente aplicada em Dark Horse permanecem incompletos.
CASE #001 Banco Master criado no Master Graph multi-case.
Seed inicial importou 80 entidades, 91 relações e 142 evidências.
Revisão inicial do modelo de fontes, evidências e claims preparada.
@investigador-demo começou a trabalhar nas lacunas do CASE #001.
Empresa ligada a ACM Neto aparece em documentos de prestação de serviços/consultoria. Neto afirma que contratos foram regulares.
Signatário de contratos e instrumentos examinados pela PF no eixo Master–Tirreno.

Participou de reunião no Planalto citada em reportagens sobre a rede de acesso de Vorcaro. Sem imputação criminal por esse fato.

Relatório da PF divulgado em setembro de 2026 descreve encontros, mensagens e metadados relacionados ao banqueiro. A validade processual do relatório é contestada pela PGR, e não há condenação.
Registros societários citados em reportagem o associam a empresa vinculada à estrutura do Havengate Development Fund. A presença no grafo não implica participação nas fraudes bancárias.
A Operação Zona Cinzenta investiga aplicações de cerca de R$ 400 milhões da previdência do Amapá em ativos do Banco Master.
Alvo de prisão preventiva; relatório da PF o relaciona a consultas indevidas em sistemas internos e a repasses examinados na investigação.
Ligado à Tirreno e ao fluxo de carteiras de crédito examinado na investigação.

Confirmou reunião com Vorcaro em março de 2025 e afirma que apenas ouviu argumentos e posteriormente votou contra o interesse do banco. Em 2026 passou a relatar o caso.
Escritórios ligados a Rueda aparecem em documentos de pagamentos por serviços. Isso não é, isoladamente, imputação criminal.

Ex-CEO e ex-sócio do banco, ouvido e investigado em frentes do caso. Também ligado posteriormente ao Banco Pleno.
Contraparte das carteiras de crédito e pretendente à aquisição do Master. A operação BRB–Master é uma frente central do inquérito.
Banco no centro das investigações. O Banco Central decretou liquidação extrajudicial em 18/11/2025.
Reportagens baseadas em relatório da PF apontam suspeitas envolvendo pagamentos e contatos; a defesa nega corrupção.

Ligação de segundo grau por meio da Oncoclínicas. A inclusão no grafo representa a operação financeira, não imputação criminal pessoal.
A Cartos aparece no eixo de originação das carteiras ligadas à Tirreno. O BRB informou que créditos intermediados pela Tirreno foram celebrados por correspondentes da Cartos. A Cartos nega ter originado ou cedido créditos falsos e afirma possuir controles de compliance.

Alvo da quinta fase da Compliance Zero. A PF aponta indícios de atuação em favor de interesses de Vorcaro; o senador nega irregularidades.

Advogado ligado a Vorcaro que aparece como ponte com Paulo Gonet e André Mendonça. Ele afirma que as conversas eram anteriores à relatoria de Mendonça e critica a exposição de sigilo profissional.

Foi alvo de diligências relacionadas às aplicações do Rioprevidência. A investigação apura eventual participação política; não há condenação.
A PF o descreveu em decisões/reportagens como figura relevante na estruturação jurídica de operações. Teve prisão preventiva decretada em abril de 2026.

Figura central do caso. A PF e decisões do STF descrevem suspeitas de fraudes financeiras, corrupção, lavagem e interferência nas investigações. A defesa contesta acusações.
Investigado no eixo das operações financeiras entre BRB e Master.
Projeto audiovisual cujo financiamento foi negociado por Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro. O projeto é tratado separadamente das acusações relativas ao funcionamento do Banco Master.
Citado na decisão da sexta fase como líder do núcleo hacker denominado 'Os Meninos'.
Foi alvo de investigação sobre aplicações de alto risco do fundo em ativos ligados ao Master.

Nó processual e societário contextual: foi relator do caso e declarou suspeição por foro íntimo. Separadamente, empresa familiar da qual é sócio, a Maridt, vendeu participação do Tayayá ao Fundo Arleen em 2021. Toffoli nega vínculo com Vorcaro/Zettel e afirma que as operações foram regulares e declaradas.
Documentos jornalísticos mostram a Entre como remetente de transferências para o Havengate Development Fund no contexto do financiamento de Dark Horse. O Grupo Entre nega vínculo societário, de controle ou governança com Daniel Vorcaro.
Foi alvo de busca na Operação Barco de Papel, que investiga aplicações do Rioprevidência em ativos do Master.

Citado em decisão judicial como operador de pagamentos ligados a estruturas investigadas. Foi preso em fase da Compliance Zero.
Alvo e preso temporariamente na fase que investigou supostos pagamentos e intermediações políticas.
Reconheceu contatos com Vorcaro ligados à captação de recursos para o projeto audiovisual “Dark Horse”. Isso é distinto das acusações de fraude bancária.
Citado pela PF no núcleo investigado por possível acesso e repasse indevido de dados reservados.
O fundo adquiriu participação da Maridt no resort Tayayá em 2021. A transação aparece no escrutínio público e em decisões do STF. O valor exato divulgado diverge entre fontes e não é consolidado como único fato no grafo.
Mensagens divulgadas em setembro de 2026 indicam que intermediou contatos entre Vorcaro e Alexandre de Moraes. Faria diz que fez uma indicação profissional e nega conhecer valores.
Empresa aparece entre recebedores por serviços profissionais; ele afirmou atuação profissional legítima.

Nó institucional, não acusado. Sob sua gestão, o BC vetou a aquisição do Master pelo BRB e decretou a liquidação do conglomerado.
Ligação periférica reportada por uso de aeronave de empresa que teve Vorcaro entre os sócios; o ministro afirmou desconhecer a relação empresarial.

Prestou consultoria ao Master e aparece como intermediador de encontro entre Vorcaro e Lula. A relação comercial, por si só, não implica crime.
Fundo do Texas que recebeu transferências no contexto das tratativas de financiamento de Dark Horse, segundo documentos e registros societários examinados por reportagens. O destino econômico final integral dos recursos permanece uma lacuna.

Prestou consultoria ao Master. Declara que sua atuação era macroeconômica/financeira e não operacional.
Proprietário formal da Tirreno, segundo cobertura da investigação sobre as carteiras.
Preso em fase da operação que apura ameaça a testemunhas, destruição de provas e interferência na investigação.

Mensagens atribuídas à investigação indicaram pedido relacionado a empréstimo para empresa de familiar. O caso deve ser lido como alegação sob apuração, não condenação.
Ligação de segundo grau: tema do projeto “Dark Horse” e destinatário político de doações de Fabiano Zettel em 2022. Isso não demonstra participação nas fraudes do Master.
Foi alvo de medidas na nona fase da Compliance Zero, segundo decisão divulgada pelo STF. Wagner nega irregularidades.
Foi alvo de busca na Operação Zona Cinzenta, que apura decisões de investimento da Amprev no Master. Investigação não equivale a condenação.
Administrador da Maridt e irmão de Dias Toffoli. A ligação ao Master Graph é societária e decorre das operações envolvendo a participação no Tayayá.
Documento apreendido com Vorcaro relacionado a empreendimento imobiliário trouxe o parlamentar ao campo do inquérito. Bacelar diz que o negócio não prosperou.
Fundador e ex-CEO da Reag. Em 02/09/2026, a PGR assinou acordo de colaboração premiada com Mansur. O acordo foi enviado ao STF e ainda depende de homologação; seu conteúdo integral não é público.
Ex-diretor do Master. A investigação examina assinaturas e instrumentos relacionados às carteiras e operações com a Tirreno.
Teve reunião com Vorcaro em dezembro de 2024. Lula afirma que encaminhou a questão para avaliação técnica e nega interferência em favor do Master.
Apontado pela investigação como integrante relevante do núcleo 'A Turma'. Morreu em março de 2026 após tentativa de suicídio enquanto estava sob custódia. A família questionou o acesso às provas e à perícia.
Apontado pela PF como articulador de ações intimidatórias no Rio e alvo de prisão na sexta fase. A investigação encontrou comprovante bancário de R$ 7 milhões em sua residência.

Empresa ligada a Perillo aparece entre prestadores/consultorias declarados em documentos examinados por CPI e imprensa.
Empresa familiar que teve participação no Tayayá e vendeu parte ao Fundo Arleen em setembro de 2021. A família Toffoli afirma que as operações foram regulares, declaradas e realizadas a valor de mercado.
Segundo relatório da PF, teria estruturado acesso a informações sigilosas e recebido pagamentos no núcleo investigado. O grafo registra a atribuição como alegação policial formal.

Escritório ligado ao ex-presidente aparece em documentos de pagamentos do Master. A defesa afirma prestação legítima de serviços.
Foi alvo de diligências em linha investigativa sobre relações financeiras e eventual influência econômica no ecossistema Master. Sua defesa nega participação societária oculta.
Operações de investimento envolvendo fundos relacionados ao ecossistema Master/Reag passaram a ser examinadas por reguladores e imprensa.
Registros societários do Texas citados em reportagem identificam Paulo Calixto em estruturas ligadas ao Havengate e seu escritório como agente legal do fundo.
Relatório da PF descreve contatos intermediados por Ciro Soares. A PGR pediu nulidade do relatório, alegando vício na origem da apuração.

Ex-presidente do BRB. Foi preso preventivamente em abril de 2026 no âmbito do Caso Master.
Aparece em linha investigativa sobre supostos benefícios financeiros ligados ao grupo. As partes negam corrupção.
Foi alvo de busca na Operação Barco de Papel no eixo das aplicações do Rioprevidência relacionadas ao Master.
A Reag e estruturas ligadas a fundos aparecem em investigações administrativas e criminais relacionadas a operações com o Master.

Escritório familiar aparece em documentos de pagamentos por consultoria jurídica; a relação comercial não implica, por si só, crime.
Aplicações bilionárias relacionadas ao Master entraram na mira de operações da PF.
Ligado à documentação usada para justificar transferências do BRB ao Master, segundo a investigação.
Citado pela investigação como integrante do núcleo de monitoramento telemático ilegal.
Participou do encontro institucional no Planalto. A presença no grafo representa a reunião, não imputação criminal.
Incluído pela PF entre integrantes investigados do núcleo A Turma e alvo de prisão preventiva na sexta fase.
Alvo de busca na fase que apura manipulação da opinião pública e intimidação de jornalistas e concorrentes.
Nó central no eixo das carteiras de crédito posteriormente negociadas com o BRB, segundo a investigação.
Foi alvo de medida cautelar na sexta fase, sob suspeita de repasse de informações sigilosas. O vínculo é uma hipótese investigativa.
Citado entre os alvos da sexta fase no braço digital investigado.

Seu escritório confirmou prestação de serviços ao Banco Master. Reportagens de setembro de 2026 examinam contratos e metadados; o escritório sustenta a legitimidade da atuação.
Atuou na defesa de Daniel Vorcaro e deixou a equipe em janeiro de 2026. É um vínculo jurídico profissional e lícito, não uma imputação.
Apontado em documentos e contratos do eixo Master–Tirreno sob investigação.
Nome usado pela investigação para um núcleo acusado de monitoramento, intimidação, obtenção de dados e proteção de interesses do grupo.
Grupo descrito pela investigação como braço digital ligado a invasões, derrubada de perfis e ações contra críticos.
Master amplia operações, contrata consultores e mantém relações comerciais e institucionais com diversos agentes públicos e privados.
Vorcaro se reúne com Lula e ministros. O encontro passa a integrar o mapa de acesso político, sem que a reunião, por si só, indique crime.
O ministro confirma ter recebido Vorcaro para tratar de questão envolvendo precatórios. Posteriormente diz ter votado contra o interesse do banco.
Tentativa de aquisição do Master pelo BRB e negociação de carteiras passam a receber crescente escrutínio.
Banco Central decreta a liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado.
PF deflagra operação e prende Vorcaro; o caso se expande para crédito, fundos, corrupção, lavagem e possíveis estruturas de proteção.
Novas fases atingem Reag, BRB, familiares, agentes de apoio, previdência pública e políticos.
STF autoriza busca contra publicitário em apuração sobre manipulação de opinião pública e intimidação.
PF consolida material extraído do celular de Vorcaro sobre contatos com autoridades; a legalidade de parte do relatório passa a ser contestada.
Relatório com mensagens se torna público; PGR pede nulidade. No mesmo dia 2/9, é noticiado acordo de colaboração de João Carlos Mansur com a PGR.
Fontes públicas confirmam venda de participação da Maridt ao Fundo Arleen; o valor divulgado não é uniforme entre as fontes.
A previdência do Amapá aprova aplicações que totalizaram cerca de R$ 400 milhões e seriam posteriormente objeto da Operação Zona Cinzenta.
Comprovante publicado registra ordem internacional de US$ 2 milhões no contexto das tratativas de Dark Horse.
PF cumpre buscas no Rioprevidência e contra gestores/ex-gestores no eixo das aplicações ligadas ao Master.
PF investiga R$ 400 milhões aplicados pela Amprev no Banco Master.
Decisão reproduz mensagens sobre pagamentos e lista integrantes investigados nos núcleos de intimidação, inteligência e ataques digitais.
Primeiro acordo de colaboração premiada do caso Master é assinado e enviado ao STF para possível homologação.
TSE valida os registros das chapas presidenciais de Lula e Flávio Bolsonaro, entre seis candidaturas aprovadas na data.